quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Artes Marciais e a falta da sua inclusão nas escolas

Muaythai
Muaythai nasceu na China por imigrante da Cidade de Yunnam, e na viagem dessa migração eles sofriam freqüentes ataques, e por motivo de segurança e para se proteger criaram um método de luta chamado "Chupasart", no treinamento do “Chupasart”, freqüentemente ocorriam acidentes que causavam algumas vezes graves ferimentos aos praticantes. Para que eles pudessem treinar sem ferir-se, os tailandeses criaram um método de luta sem armas, o percursor do atual Muayhthai.
O Muaythai é apelidado de “a ciência dos oito membros”, já que ensina a seus praticantes a usar as duas mãos, os dois pés, as duas pernas e os dois cotovelos para uma chuva de golpes sobre os oponentes. O Muay Thai envolve um treinamento intensivo para enrijecer as pernas, cotovelos, punhos, joelhos, e até a cabeça.
Segundo o presidente da federação, Pedro Lopes Santana, o esporte é visto como uma prática violenta. “As pessoas geralmente tem um conceito errado de esportes ligados a lutas. Imaginam que as pessoas vão à academia para aprender a lutar e sair batendo em todo mundo por ai. A realidade esta bem longe disso, na academia temos disciplina e principalmente, respeitamos a filosofia do esporte”.

Essa é apenas uma de muitas artes marciais, porém nenhuma ou raramente é utilizada pelas escolas, e precisamos tirar esse estigma de que as lutas são totalmente a favor da violência.
Assim como o futebol, o vôlei e a ginástica, as artes marciais têm muito a ensinar, despertam a consciência sobre o próprio corpo, aprimoram as habilidades, melhoram a postura e o equilíbrio, aumentam a força, a agilidade, o reflexo e a capacidade de concentração.
Segundo Ricardo Kanashiro: “Toda luta está fundamentada em princípios filosóficos e espirituais muito fortes, que buscam o desenvolvimento do intelecto e do caráter”
A cultura também é umas da principal importância da inclusão das lutas na escola, pois todas carregam importantes elementos culturais, principalmente do Oriente.
Segundo Daolio (2004) a idéia de que a cultura é o principal conceito para a educação física, “porque todas as manifestações corporais humanas são geradas na dinâmica cultural, desde os primórdios da evolução até hoje”.
Pierre Parlebas (1990) lembra que as lutas em geral são atividades esportivas com uma oposição presente, imediata, e que é o objeto da ação, existe uma situação de enfrentamento codificado com o corpo do oponente. Desta forma, mais do que lutar contra o outro, a educação física escolar deve ensinar a lutar com o outro, estimulando os alunos a aprenderem através da problematização dos conteúdos e da própria curiosidade dos alunos.
O mais importante da inclusão das lutas, e a vontade e a força de vontade do professor de poder querer o melhor de seus alunos, lembrar sempre que não é somente a modificação do aluno, mas a modificação do aluno para a vida.
COMO SEMPRE NÃO CONSEGUI COLOCAR A PORCARIA DO VIDEO, MAS ACESSEM MUITO BOM

Parkour


O parkour tem origem francesa, a dinâmica do pakour é fazer os obstáculos de modo mais rápido e direto possível, utilizando-se de diversas técnicas como saltos, rolamentos e escaladas.
È uma forma de treinar o corpo para se tornar capaz de se mover adiante com agilidade, fazendo uso dos obstáculos que estão a nossa volta o tempo todo, sendo seu corpo a única ferramenta, usando seus movimentos como, correr, saltar e escalar, explorando todo o seu potencial.
O parkour também não pode ser encarado como se fosse ausente de riscos, pois estes existem, e são bem reais e penosos para quem não está preparado, e muitas vezes também para quem está.

Jogos Cooperativos

Jogos Cooperativos
Jogos Competitivos
Visão que “Tem para todos”
Visão que “só tem para um”
Objetivos comuns
Objetivos exclusivos
Ganhar COM o outro
Ganhar DO outro
Jogar COM
Jogar CONTRA
Confiança Mutua
“Des – Confiança” / Suspeita
Todos FAZEM parte
Todos À parte
Descontração / Atenção
Preocupação / Tensão
Solidariedade
Rivalidade
Diversão para TODOS
Diversão às custas de alguns
A Vitória é garantida e compartilhada
A Vitória é uma ilusão
Vontade de continuar jogando
Pressa para acabar com o Jogo

“Creio que quando tratamos do Jogo Cooperativo, o propósito essencial, é nos ajudar a lembrar da importância de Tocar-Respeitar-Trocar-Reencontrar uns com os outros” Fabio Brotto

Todos participam, sem vergonha, é uma convivência e vivência compartilhada, conseguir valores através da relação social e a empatia o poder de compreender o ponto de vista de outras pessoas.
A importância da cooperação é poder resolver juntos tarefas e problemas, preocupar-se com os demais e assim tornando na participação de todos um clima de confiança, sabendo a importância dos outros, pois o importante é a alegria e a principal meta é todo mundo se unir com todo mundo.

“Vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar” Guilherme Arantes

Baralho do Grupo
Material Necessário: Fichas de Papel e Caneta
Objetivo Integrar todos os participantes da forma como chegaram ao grupo
Cada integrante recebe 03 fichas (ou pedaços de papel)
Em cada ficha, escreva um conselho. - Primeira Ficha: conselho para si mesmo; - Segunda
Ficha: para alguém da família; - Terceira Ficha: para um amigo querido
Regras básicas: Não se identifique; Não identifique a pessoa do conselho; Letra
legível; Foco da mensagem positivo.
Todas as mensagens são entregues ao focalizador que irá misturá-las e devolver
aos integrantes do grupo.
Cada um lê o conselho que pegou e fala um pouco sobre as identificações que teve
com o conselho (ou não) e, independente de ter a ver com a realidade de quem
pegou o conselho, de que forma acredita que ele pode ser útil.
Para terminar, abrir para compartilhar sensações, idéias, etc...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Guerra


http://www.youtube.com/watch?v=Lwl_CdjW3sw
não consegui colocar o video segue o link



Segundo Huizinga, no capítulo de O Jogo e a Guerra, a guerra esta muito ligada ao lúdico por toda a vontade de estar nela, e o jogo também por suas regras e características. Na guerra existem diversas características na forma como ela é feita, por um motivo ou sem motivo, mas uma das principais características era a violência pois muitos não se consideravam iguais e assim privados dos direitos humanos. As guerras eram feitas de diferentes formas, podiam conter varias pessoas, ou apenas a realeza, ou podia ter algum acessório como espada.
Mas o principal da guerra era a estrutura como existe no jogo, com lugar determinado e a entrega de si sem discutir.
Piaget (1982) descreve bem o jogo quando diz que o jogo é estruturado em três categorias: o jogo de exercício cujo objetivo é exercitar a função em si, o jogo é simbólico no qual o individuo se coloca independente das características do objeto, funcionando em esquema de assimilação, e o jogo de regra, no qual esta implícito uma relação inter individual que exige a resignação por parte do sujeito.
E, no Documentário “Nós que aqui estamos, por vós esperamos” também descreve a guerra de um modo interessante, ele aborda a guerra pela conquista de terra, pela evolução cientifica ou passeata feitas pelas mulheres pedindo igualdade, mesmo ela sendo violência ou não, todas as pessoas que participaram dessa luta tem como objetivo a busca de um ideal, sendo essas pessoas comuns ou pessoas que entraram para a história, mas todas fizeram a história desse Século.

Xadrez

como não consegui baixar o video seguo o link




A origem do xadrez não é certa, existem várias histórias do seu inicio, uns dizem que foi na China outros na Pérsia, mas a mais aceita diz que é originária da Índia e conhecida como Chaturanga. O xadrez no inicio era bem diferente do que conhecemos agora, mas conforme os anos e as alterações que sofreu se tornou o xadrez que conhecemos.

Vem dançar - O filme





È a história de um professor de dança que ao encontrar com um estudante depredando um carro descobre o lugar onde ele estuda e quer ajudar de alguma maneira esses alunos considerados “perdidos”.
E na detença ele tentar ensinar a dança, e através de muito esforço consegue ensiná-los a dançar e ver que são capazes de ir muito além do que eles imaginam.
E no concurso de dança percebem que são capazes e muito talentosos na dança e conseguiram através do movimento que já conheciam e os novos movimentos que aprenderam um novo jeito de dançar.

O corpo e o Movimento

O Corpo
O corpo é toda a nossa história, pois através dos tempos que modificou-se de acordo com a mudança dos tempos, e junto com a sociedade e seus valores, leis, crenças e etc. No livro que li de Maria Augusta S. Gonçalves, com o Título: Sentir, Pensar e Agir, ela descreve muito bem essa transformação do corpo, ela diz que o corpo da Era antiga era totalmente inserido na natureza, pois tinham que caçar, morar e conforme a evolução do homem e sua socialização o homem começou a separar-se da natureza e cada vez mais o homem se tornou mais tecnológico, e assim podemos ver que através dessas características e evolução, cada corpo contém sua cultura, e através dessa cultura que traz pra si existem diferentes formas de experiência, e também através da Cultura Corporal do Movimento que cada um traz para si um significado para utilizá-lo no dia a dia, não utilizando a alteridade que é a tentativa de chegar o máximo possível da experiência do outro, pois nunca conseguiremos viver os momentos da mesma maneira de outra pessoa.

O Movimento
 
E esses mesmos movimentos que nos define de outras pessoas que podemos ver na dança, pois o aluno tem que se conhecer para depois aprender, poder se corrigir e se adaptar mediante a necessidade, e fazer com que descubra o seu talento, e esquecer o militarismo e os movimentos repetitivos que tenta chegar a perfeição de outros, não tendo a percepção do que se pode fazer, e fazendo de maneira mecânica. Saber fazer, se apropriar e levar para o seu dia a dia, sendo mais autônomo em seus movimentos, tentar se apropriar desses movimentos tanto na dimensão conceitual, atitudinal ou procedimental.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

29ª Bienal







 Através da Bienal compreendi como a Educação Física esta relacionada a tudo, porém tudo depende do aspecto que a olhamos e interagimos com a arte. Foi a primeira vez que visitei a Bienal e sempre achei que alguns tipo de arte só era entendido por quem a fazia.
Nunca imaginei que um simples pano de várias cores pendurados fosse representar algo para mim, mas consegui ver que com a interação da arte pode se transformar em algo lúdico.
E, nunca pensei que poderia encontrar ludicidade, fair play, jogos cooperativos, impirismo, e para mim o mais importante foi abrir mais minha mente, e poder interpretar a Educação Física em qualquer lugar ou momento.
Muuuuito Obrigado, Professores...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Classificação dos Esportes

Segundo gonzalez, podemos fazer 2 distribuições:
a) se existe ou não relação com companheiros e,
b) se existe ou não interação com o adversário.
Com base nesses principios é possivel classificar as modalidades em individuais e coletivas, quando utilizado o critério relação com o companheiros, e com e sem interação direta com o adversário, quando o critério utilizado é a relação com o oponente.
Ex: Corrida Vertical
Descrição: os corredores terão que enfrentar uma certa quantidade de degraus de subida de um determinado prédio (pode variar) a largada acontece no piso térreo do edíficio, enquanto a chegada será no hiloponto
Na prova principal haverá largada a cada 30 segundos entre os competidores que brigarão por um lugar ao pódio, enquanto os amadores sairão em baterias de 30 pessoas. Para aqueles menos condicionados, haverá a opção de participar da caminhada vertical, cujo objetivo será apenas completar o percurso, sem preocupação com performance.
È um esporte individual e que não há interação com o oponente (são atividades motoras em que a atuação do sujeito não é condicionada diretamente pela necessidade de colaboração do colega nem pela ação direta do oponente).

O que é: Jogos e Esportes

Definição
Jogos: não tem estrutura física, ou lugar definido, sem tempo determinado, é uma atividade livre, e pode imaginar diversas coisas, é usado como escape da vida real.
Huizinga vê o jogo como: um ato lúdico, que sofre evoluções, os próprios jogadores fazem as regras, atividade livre e nunca há interesse material.
Kishimoto: para se jogar tem que se estar feliz, e criar o seu sentimento, viver e demonstrar o seu sentimento, realizar o jogo com algum material ou não, as regras podem ser alteradas, tendo liberdade para viver o instante.

Esportes: tem federação, tem lugar fixo ou especifico, tem regras, fins lucrativos, pode ser individual ou coletivo, esporte de rendimento, e em alguns esportes o uso obrigatório de acessórios, tem patrocinador, estádio, material, instalações, e os atletas sempre tenta dar o melhor para ser o melhor.
Huizinga: fala que há certa perda de ludicidade, pois o esporte virou um reflexo da sociedade capitalista.
Eloisa Bronch: fala que o esporte pode ser jogo, pois tem a vontade de estar ali.

Jogos Olímpicos

Originalmente conhecidos como Festival Olímpico, faziam parte dos quatros grandes festivais religioso pan-helênicos celebrados na Grécia Antiga. Os Jogos tinham como finalidade dedicar Zeus, a divindade suprema, e aconteciam em seu santuário em Olímpia, na região de Elis, a oeste de Peloponesa. O santuário contava com o ginásio, a palestra, o estádio, o hipódromo, além de um hotel e dois templos, um de Hera e um de Zeus. Este era o maior templo da Grécia continental e possuía, em seu interior, a célebre estátua de Zeus, considerada pelos antigos uma das sete maravilhas do mundo.
Apenas os cidadãos livres e que estivessem inscritos para a competição podiam participar dos Jogos. Os atletas treinavam em suas cidades de origem durante os quatros anos que separavam os Jogos Olímpicos e a 60 dias dos Jogos, todos os atletas se concentravam na cidade de Elis, onde se dedicavam integralmente á sua preparação física.
Algum tempo antes da abertura dos jogos, os “portadores da trégua” divulgavam por toda a Grécia a trégua sagrada, que suspendia as guerras por três meses, a fim de proporcionar uma viagem de ida-e-volta segura às pessoas que pretendiam deslocar-se para Olímpia.
Os atletas tinham que comparecer dois meses antes do início dos jogos, para submeter-se a treinamento especial, sob o controle dos helanódices e do ginasiarca, a fim de que fosse confirmada ou alterada sua inscrição numa dada categoria. A vitória do atleta implicava alta honra não só para o vitorioso, como também para sua família e para sua cidade natal. O arauto proclamava o seu nome, o nome de seu pai e o de sua pátria. Ele se tornava um Olímpiônico. Como prêmio material, recebia uma coroa de folhas de oliveira. E era recebido em sua cidade com triunfo e regalias, como o patrocínio de alimentação pelo resto de sua vida e não precisava mais pagar impostos.
As modalidades disputas na Era Antiga eram: Corrida, Pentatlo, Salto em distância, Arremesso de disco, Corrida de Cavalos, Corrida de Bigas, e etc.
A abolição dos Jogos Olímpicos se deu por meio do Imperador Romano Teodosio, que ao se machucar-se procurou ajuda do Bispo, e quando se curou se converteu ao cristianismo, e assim proibiu os cultos.
A volta dos Jogos Olímpicos aconteceu somente na Era Moderna, graças ao esforço do pedagogo e esportista francês Barão Pierre de Coubertein. No dia 23 de junho de 1894, durante um congresso de educação e pedagogia, Coubertein defendeu a criação de um órgão internacional que unificasse as diferentes disciplinas esportivas e que promovesse a realização de uma competição internacional entre atletas amadores, de quatro em quatro anos. A intenção de Coubertein era ampliar para o mundo o que já havia acontecido na Grécia Antiga. E assim decidiu-se que os I Jogos Olímpicos da Era Moderna, aconteceriam dois anos depois em 1896, na Grécia.
Para a modalidade de algum esporte ser incluída das Olimpíadas é preciso ter 51 países que tenham este esporte, e quando uma modalidade inicia outra tem que sair.
As Paraolimpíadas também tem a sua história a partir da 2ª Guerra Mundial, quando muitas pessoas ficaram mutiladas, e os sobreviventes nos hospitais se sentiam inferiores, foi então que um Neurologista alemão propôs fazer uma competição no hospital, incentivando  os sobreviventes a pratica de esportes, mantendo cada um com uma modalidade separando por classificação dependendo da sua deficiência, havendo até construção de instrumento para ajudar na mobilidade do dia-a-dia.
E contamos também com os símbolos olímpicos que são: tocha olímpica, mascotes, hino cantado em grego, anéis (as cores dos anéis simbolizam todas as cores das bandeiras de todas as nações), medalhas (ouro, prata e bronze), e o selo olímpico.

Fair Play

Foi na sociedade aristocrática que surgiu o conceito de fair play, difundido pelo Barão Pierre de Coubertin idealizador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. O fair play defendido por Coubertin representa a honra e a lealdade, o respeito pelos outros e por si próprio.
Através dos Jogos Olímpicos da Grécia Antiga, houve as primeiras manifestações desportivas, esperando dos atletas um comportamento digno, revelador de espírito esportivo, e através da derrota reconhecer a superioridade do adversário.
Segundo H. Lenk o fair play tem dupla natureza, dividindo-se em fair play formal e informal. Segundo o autor, o fair play formal se caracteriza pelo cumprimento das regras e regulamentos, representando assim uma norma-obrigação do competidor. O fair play informal representa os valores morais do praticante, através das atitudes cavalheirescas do competidor em relação aos adversários e árbitros. Este tipo de fair play não é regulamentado, o autor o considera uma norma-dever legitimado socialmente.
E, C. Gonçalves “Espírito esportivo é algo de que julgamos conhecer o sentido, mas que consideramos difícil definir com exatidão”. A prática desportiva pode proporcionar uma correta transmissão de valores, pelo que a sua qualidade está dependente das situações  criadas na prática desportiva.
Apesar das diferenças encontradas entre os autores é possível percebemos uma unidade na definição do que é fair play, pois todos representam o mesmo ideal, o de uma conduta ética para com o esporte e em relação aos demais envolvidos nessa prática. Por isso, o espírito esportivo abrange tudo que envolve o esporte, desde os testes realizados em laboratórios até uma técnica diferente empregada por um atleta para levar vantagem na competição.
Os valores tradicionais do esporte tem se modificado constantemente, muitos valores benignos tem sido trocados por outros novos. A sociedade se esportivizou, mas abandonou os valores positivos inerentes ao esporte. No momento, prevalecem a lógica de mercado, a tecnologização e o profissionalismo exagerado.
A ética no esporte praticado na contemporaneidade precisa ser entendida e definida, para que o esporte não extrapole a moral e se torne apenas um produto nas mãos de empresários, cientistas e políticos.

Ciência

Através do querer saber que iniciamos o caminho para o conhecimento, por meio da ciência do saber podemos buscar conhecimentos da forma mais verdadeira.
Surgida na Grécia por volta de 600 a.C. a filosofia deu uma nova forma de pensar, e a com a racionalidade cada individuo poderá ponderar as informações que recebe e transformá-la em algo lógico, coerente e calculado.
Uma forma de conhecimento mais antiga são as crenças, onde se era possível trazer uma forma diferente de explicação para as coisas.
Antes da filosofia todas as perguntas dos homens haviam sido respondidas pelas diferentes religiões. Essas explicações religiosas tinham sido passadas de geração para geração através dos mitos.
Por exemplo, algumas concepções mitológicas que existem no Norte da Europa, como a história de Tor e seu martelo. Antes de o cristianismo chegar a Noruega, acreditava-se que no Norte da Europa, Tor cruzava os céus em uma carruagem puxada por dois bodes. E, quando ele agitava seu martelo, produziam-se raios e trovões. Quando trovejava e relampejava, geralmente também chove. E a chuva era vital para os camponeses da Era dos Vikings. Assim, Tor era adorado como o Deus da fertilidade. A resposta mitológica à questão de saber porque chovia era, portanto, a de que Tor agitava seu martelo. E quando caía a chuva, as sementes germinavam e as plantas floresciam nos campos.
Não se entendia porque as plantas cresciam nos campos e como davam frutos. Mas os camponeses sabiam que isto tinha alguma coisa a ver com a chuva. Além disso, todos acreditavam que a chuva tinha algo a ver com Tor. E isto fazia dele um dos deuses mais importantes do Norte da Europa.
O conhecimento do senso comum é aquele que nos é transmitido de geração para geração e que na qual se introduziram na maioria das vidas das pessoas, como:
O mito que não se poder misturar manga com leite, esse mito vem desde da época da escravatura, como só era oferecido o leite para os escravos, para complementar a alimentação os escravos pegavam mangas de um pé que ficava perto da senzala, e para que eles não pegassem mais os capatazes começaram a dizer se caso eles misturassem esses dois alimentos eles morreriam de congestão.
E o senso comum só é possível pelo nosso contrato diário com o ambiente e com a maneira como as culturas descrevem o universo, e por meio desse contato diário e a interação uns com os outros foi possível oferecer respostas prontas para questões cotidianas, os cientistas iniciam com o conhecimento senso comum, mas vão além dele.
O trabalho do conhecimento sistemático vão além das respostas do dia-a-dia, existe uma investigação cientifica que tem como objetivo conseguir um conhecimento, controlável, verificável, interpretável e capaz de ser retirado ou corrigido por novas elaborações.
O reconhecimento da ciência vem através do “porquê” das coisas, não apenas por meio de justificativas razoáveis, mas por demonstrações e argumentos claros e completos.

Jogos Implicito

Obs. Não consegui colocar o vídeo. O vídeo mostrava dança caipira com crianças em uma festa junina.
Este vídeo mostra que trabalhando o lado lúdico da criança, ela transforma aquilo em brincadeira e diversão, mesmo sendo ensaiado diversas vezes para poder sair perfeita a dança, ela se envolve na dança, e esquece todo o lado do ensino e da direção da professora e se concentra na diversão.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Jogos Explicitos



Este vídeo demonstra claramente como funciona o jogo, pois tem regra (o nº de peças certo para cada pessoa, uma ordem certa para colocar a peça, o local (que possa ser qualquer um que você possa colocar as peças). 

O que é Jogo?

Segundo Kishimoto, em seu livro Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação, defini-los são tarefas difíceis. Segunda ela, esses conceitos variam de acordo com o contexto em que estão inseridos. Por exemplo, a boneca é um brinquedo quando uma criança brinca de “filhinha”, porém este mesmo objeto torna-se um símbolo de divindade em certas tribos indígenas.



O jogo, vincula-se ao sonho, a imaginação, ao pensamento ao símbolo.


Para facilitar a compreensão da natureza do jogo, ela cita algumas características apresentadas por Huizinga e Caillous: o prazer, o caráter não-sério da ação, a liberdade de ação do jogador, a existência de regras, o caráter improdutivo, a incerteza dos resultados e o caráter fictício.


Só é jogo quando selecionado de livre e espontaneamente pela criança, pois se não houver liberdade ao aluno, apenas predomina o ensino e a direção do professor.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Aula com o Profº Laércio

Para podermos trabalhar através do jogo é indispensável que ele tenha, organização, regras, local onde realizará e segurança. Qualquer atividade prática tem que se ter essas preocupações, com essas características é possível fazer um trabalho onde as crianças melhoram todo o seu lado físico, emocional e mental.